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Escrito por Sub Tenente Cléber Costa
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Seg, 23 de Agosto de 2010 23:14 |
Em um reino muito próspero, o rei tinha em seu palácio um aquário e, dentro deste, dois peixinhos, sendo um vermelho e outro azul; a água sempre fresquinha e corrente era proveniente de uma pequena fonte e era escoada através de um ralo. A comida em abundância fazia com que os peixinhos a cada dia ficassem mais e mais robustos, à medida que cresciam. Esse aquário, vez por outra recebia a visita de um pássaro, que se t ornou amigo dos peixinhos; um dia, estando o pássaro sobre um galho que se debruçava sobre o aquário, foi indagado pelo peixinho azul: - Pássaro, o que existe após o ralo de nosso aquário? O pássaro, por já ter voado por todo o reino, respondeu:
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Última atualização em Seg, 23 de Agosto de 2010 23:17 |
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Escrito por Jurandir Araguaia
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Dom, 22 de Agosto de 2010 13:40 |
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Sei que muita gente poderá ficar irritada, mas a última Veja (edição 2176, no. 31, de 4 de agosto), joga mais uma pá de terra sobre a liberação da maconha – assunto que para mim além de morto já deveria estar enterrado faz tempo. A liberação, a pensar do cronista, traria um grave malefício social, além de perturbar o desenvolvimento de uma juventude que se queda no turbilhão diante de tantos valores contraditórios. Creio, absolutamente, que ninguém precisa de droga para viver sendo a principal delas o álcool. Por ser lícita, gerar impostos, movimentar uma indústria milionária, o álcool é tido como uma peça inocente e fundamental à convivência em sociedade. O discurso não cola. Bêbado só tem graça em piadas de bar. Coloque um na sua casa para ver o que acontece e, de preferência, no seio da sua família - a tragédia se consumará. |
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Escrito por Lourival Vieira
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Ter, 17 de Agosto de 2010 14:26 |
Estamos vivenciando o esquentar da campanha eleitoral no país e em nosso estado; as candidaturas estão aí, para serem avaliadas em suas proposituras, em seus conteúdos. Quero me ater sobre um comentário que tenho visto muito, especialmente entre os adversários do candidato Íris Rezende; dizem que ele é muito velho, que já está ultrapassado, que não termina mandato e não dá oportunidade para os mais jovens. Mas, quem foi o melhor administrador e tocador de obras que esse estado e a Prefeitura de Goiânia já viram? Há dúvidas de que é Íris Rezende? Seu principal opositor, Marconi Perillo, que ficou oito anos no governo e lá deixou um sucessor, não apresentou ao Estado um governo de realizações; ao contrário, nesse período, as estradas forma acabando, a infra estrutura do estado, organizada por Íris, foi abandonada. Vimos oito anos de muito marketing, de muitas placas, revistas bonitas, jornais com tanta propaganda institucional como nunca se viu.
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Escrito por Jurandir Araguaia
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Dom, 15 de Agosto de 2010 16:42 |
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A cidade universitária, incrustada em morros, com suas ladeiras íngremes apontando para o infinito, guardava uma besta. Estudantes apavorados abandonavam-na. Não queriam mais a conclusão do curso diante da ameaça de perder a vida. A reitoria entrara em pânico. A polícia encontrava-se desnorteada. - Uma dúzia de vítimas! – Estampavam os jornais: - Massacre de Estudantes! – Dizia outro. Eu e a minha namorada, Cris, ultimávamos os preparativos para deixar de vez o Campus. Vários colegas já haviam morrido e não queríamos ser os próximos. Na nossa última noite, resolvemos, junto a um grupo, sair para uma rápida despedia em um bar quase em frente à República. Todos estávamos temerosos. A viatura policial percorria a alameda lentamente, com suas luzes piscando. Em pouco pararam e um dos policiais nos alertou sem descer do veículo: |
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