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O CRONISTA MINUTO
Escrito por Jurandir Araguaia   
Seg, 30 de Agosto de 2010 12:18

O livro ¨O Gerente Minuto¨, de Kenneth H. Blanchard, arrematou simpatia e fez milhões de leitores durante a década de 80 e ainda é muito comentado. Inegavelmente nos tempos modernos de ávida e veloz informação, a literatura se movimenta, se agita e surgem novos elementos que podemos ou não utilizar na constante busca da sobrevivência. Sabido seja que o que se torna sedimento morre, embora também se costume venerar os mortos em algumas culturas, não podemos nos dar ao luxo de esperar pela posteridade que ou consagra nas academias ou enterra nas paragens do esquecimento.
Diante do quadro atual desenvolvemos a Crônica Minuto em 140 toques que nos obrigam a desenvolver a síntese em caráter nunca antes tentado. São pensamentos vorazes, vertiginosos que tem o poder de se espalhar rapidamente contaminando dezenas de cérebros ou caindo no abandono de quem deixa o jornal de ontem na porta da garagem.

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AZUL E VERMELHO
Escrito por Sub Tenente Cléber Costa   
Seg, 23 de Agosto de 2010 23:14
                   Em um reino muito próspero, o rei tinha em seu palácio um aquário e, dentro deste, dois peixinhos, sendo um vermelho e outro azul; a água sempre fresquinha e corrente era proveniente de uma pequena fonte e era escoada através de um ralo. A comida em abundância fazia com que os peixinhos a cada dia ficassem mais e mais robustos, à medida que cresciam.
                   Esse aquário, vez por outra recebia a visita de um pássaro, que se t ornou amigo dos peixinhos; um dia, estando o pássaro sobre um galho que se debruçava sobre o aquário, foi indagado pelo peixinho azul:  
                   - Pássaro, o que existe após o ralo de nosso aquário?
                   O pássaro, por já ter voado por todo o reino, respondeu:
Última atualização em Seg, 23 de Agosto de 2010 23:17
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MACONHA: LIBERAR É UM CRIME!
Escrito por Jurandir Araguaia   
Dom, 22 de Agosto de 2010 13:40

    Sei que muita gente poderá ficar irritada, mas a última Veja (edição 2176, no. 31, de 4 de agosto), joga mais uma pá de terra sobre a liberação da maconha – assunto que para mim além de morto já deveria estar enterrado faz tempo.
    A liberação, a pensar do cronista, traria um grave malefício social, além de perturbar o desenvolvimento de uma juventude que se queda no turbilhão diante de tantos valores contraditórios.
    Creio, absolutamente, que ninguém precisa de droga para viver sendo a principal delas o álcool. Por ser lícita, gerar impostos, movimentar uma indústria milionária, o álcool é tido como uma peça inocente e fundamental à convivência em sociedade. O discurso não cola. Bêbado só tem graça em piadas de bar. Coloque um na sua casa para ver o que acontece e, de preferência, no seio da sua família - a tragédia se consumará.

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O “VELHO” E O “NOVO” – VERDADES E MENTIRAS
Escrito por Lourival Vieira   
Ter, 17 de Agosto de 2010 14:26
                   Estamos vivenciando o esquentar da campanha eleitoral no país e em nosso estado; as candidaturas estão aí, para serem avaliadas em suas proposituras, em seus conteúdos. Quero me ater sobre um comentário que tenho visto muito, especialmente entre os adversários do candidato Íris Rezende; dizem que ele é muito velho, que já está ultrapassado, que não termina mandato e não dá oportunidade para os mais jovens.
                   Mas, quem foi o melhor administrador e tocador de obras que esse estado e a Prefeitura de Goiânia já viram? Há dúvidas de que é Íris Rezende? Seu principal opositor, Marconi Perillo, que ficou oito anos no governo e lá deixou um sucessor, não apresentou ao Estado um governo de realizações; ao contrário, nesse período, as estradas forma acabando, a infra estrutura do estado, organizada por Íris, foi abandonada. Vimos oito anos de muito marketing, de muitas placas, revistas bonitas, jornais com tanta propaganda institucional como nunca se viu.
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O ARFAR DA BESTA
Escrito por Jurandir Araguaia   
Dom, 15 de Agosto de 2010 16:42

    A cidade universitária, incrustada em morros, com suas ladeiras íngremes apontando para o infinito, guardava uma besta. Estudantes apavorados abandonavam-na. Não queriam mais a conclusão do curso diante da ameaça de perder a vida. A reitoria entrara em pânico. A polícia encontrava-se desnorteada.
    - Uma dúzia de vítimas! – Estampavam os jornais:
    - Massacre de Estudantes! – Dizia outro.
    Eu e a minha namorada, Cris, ultimávamos os preparativos para deixar de vez o Campus. Vários colegas já haviam morrido e não queríamos ser os próximos. Na nossa última noite, resolvemos, junto a um grupo, sair para uma rápida despedia em um bar quase em frente à República. Todos estávamos temerosos. A viatura policial percorria a alameda lentamente, com suas luzes piscando. Em pouco pararam e um dos policiais nos alertou sem descer do veículo:

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